domingo, 20 de novembro de 2016

Olha, gente burra me estressa muito.
E não digo gente burra do tipo não sei matemática, física e química. Digo gente burra para a vida.
Mas aí quando a pessoa além de burra é sonsa, fico pra morrer.

 Ser estagiária no laboratório de informatica da UEPA não é fácil. Ontem uma menina com um QI nota 10. E quando eu digo nota 10 não é que seja excelente, mas sim que é 10 mesmo. No patamar de "profundo atraso mental", sabe?

  Ela ficava tanto tempo parada na frente do computador que por pouco a babinha não escorreu. Me pediu ajuda, porque disse que não estava "lembrando" uma coisa super simples no excel.  Ok, pediu minha ajuda e eu fui lá explicar.

- Tá vendo essa célula aqui?
- Onde?
- Aqui em cima...
*MENINA OLHA PRO TETO*
- Querida, a célula tá no computador, tá no teto não, viu? Acompanha o dedo... ( gente, sei que é difícil de acreditar  mas juro que foi verdade). Isso porque ela disse que sabia, mas não lembrava.

Pós-graduada em dããã.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Um novo conceito de circo, para mim. Tihany.




Sou suspeita pra falar de circo. Meus pais sempre me levavam para ver as apresentações, era só um circo chegar que lá estava eu. Os circos não eram grande coisa, as tendas eram engoteiradas e puídas, quando chovia era uma decepção. Os bichos, coitados, certamente eram maltratados. Uma tristeza! Ainda bem que proibiram animais no circo. Por outro lado, eu senti falta deles quando fui ao Tihany.
O excelente circo Tihany, foi meu programa de quinta-feira, 20 de janeiro em Belém, na companhia do meu namorado. O que falar do Tihany? Suspense, risos, luxo, dança, equilibristas de primeira (fiquei sabendo que os de lá estão até no livro dos recordes), contorcionistas incrivelmente flexíveis que mais pareciam bolinhas de silicone e um palhaço nada haver com aqueles de circos chinfrins que eu costumava frequentar.
Antes do espetáculo eu achei o ingresso super caro (acostumada a pagar em torno de 10 conto em circo fuleiro) mas quando terminou percebi que o preço era justo, afinal, tudo ali era de alto nível. Uma estrutura que impressiona pela beleza, corredores com tapetes, cadeiras confortáveis, muitas saídas de emergência, ambiente totalmente refrigerado, tanto que senti frio. Alto nível também eram os preços das comidas e bebidas, tudo acima de R$ 5,00 (melhor trazer comida de casa). Chato foi ter que esperar na fila para entrar, mas valeu a pena pelos risos e pela descontração. Nunca ri tanto com um palhaço, logo eu que nem gostava de palhaço, até conhecer o Henry. Ele não disse uma palavra sequer e falou tudo com seus gestos. Engraçadíssimo!
O circo também usou tecnologia, foi quando se abriu no alto da tenda algo como uma estrela de fogo. Parecia um ovni. Incrível! Os trapezitas usavam fantasias lindas que contrastavam com as luzes, não sei descrever muito bem. Eles voavam com saltos e movimentos de pura leveza. E os equilibristas suspensos a mais ou menos 5 metros do chão sem proteção alguma. Fiquei com o coração na mão. Dançarinas que pareciam aquelas dos shows de Las Vegas. O mágico foi quem apresentou o espetáculo, ele fez sumir pessoas e aparecer um helicóptero no meio do palco, tudo nas nossas caras, não sei como!
E o final, que fofo, pombinhas treinadas voaram sobre nós em direção ao palco e a última ainda trouxe a bandeira do Brasil. Lindinho!
Ver essas coisas pessoalmente garanto que é uma sensação bem diferente do que quando vemos pela televisão.
Esse circo que a 50 anos vem passando por vários lugares no mundo, não poderia deixar a desejar. Foram duas horas de um espetáculo incrível que faz as pessoas saírem bem felizes de lá. E eu tive essa oportunidade.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tchauzinho estranho 2010... e obrigada!

O que falar de 2010?
Resumo como um ano estranho, mas incrivelmente surpreendente e bom.
Descobri e  aprendi muitas coisas. Tomei decisões, mas também me omiti. Ouvi a voz da razão. Segurei na mão de Deus e fui. Confiei e desconfiei de muita gente. Perdi amizades, ganhei amizades, fortaleci amizades - algumas até se transformaram. Cheguei nos vinte - será que agora sou uma mulher de verdade?
Estudei como nunca, me diverti pra caramba, ri até doer a boca. E amei demais... continuo amando.

Bateu a nostalgia...

Enfim, pelo visto nada saiu como eu planejava. Mas, tudo saiu melhor do que eu poderia esperar. Ainda estou tentando entender o que foi 2010. É inevitável não pensar no que 2011 se tornará.

Feliz 2011... e venha o que vier!

Aniversário do meu Blog


Ando tão ocupada, mentalmente falando, que esqueci completamente que no dia 03 de dezembro fiz um ano de blog! Pois é, foi tão rápido que eu nem imaginava... tem sido mais rápido nos últimos meses, que tenho tido por aqui a companhia algumas pessoas...
Escrevo coisas assim há tempos, mas só 12 meses atrás, eu resolvi compartilhar meus segredos mais íntimos (insira aqui sua malícia) e sentimentos ocultos (mais uma dose de malicia, aqui), com as pessoas que lêem o blog. E de lá pra cá, tenho me sentido melhor. Mais aberta (aqui você já pode RETIRAR a malícia, ouviu bem?) e, amadurecida. Mas não tanto, eu sei.

Já lhes contei quem eu sou, lhes indiquei coisas para fazer antes dos 30 , falei sobre meu lado neurótico, e o meu dia difícil , as minhas coisas legais e  como a universidade mudou a minha vida... Pra vocês, eu conto sobre o meu dia, e confesso minhas bobagens.
Ah, adoro ter um blog. Não só porque posso escrever (o que tem sido raro ultimamente), que é uma coisa que eu amo -mesmo que não faça tão bem como gostaria- mas também porque tenho a companhia de (poucas) pessoas, que mesmo quando passam correndo por aqui, desajeitados e mesmo quando não me entendem muito bem, deixam aqui, seus comentários.

De 03 de dezembro de 2009 para 03 de dezembro de 2010, eu mudei. E sei.
Mudei o tom da voz, o jeito de ver coisas, de senti-las...
O tempo passou, o meu cabelo cresceu, meu corpo mudou, fiz novos amigos, perdi outros e meu coração hoje encontra-se muito bem ocupado.
Mas sei que ainda há muito que se viver e contar por aqui.

Enfim, feliz aniversário (atrasado) pro meu cantinho...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Liberta

Algumas palavras podem ser perturbadoras para quem fala, porém serão totalmente libertadoras para quem ouve. É como se uma borracha gigantesca apagasse em segundos todas as nossas duvidas. A partir de então sabe-se. Mas sabe-se o quê? O que todos nós, no fundo queremos saber: se somos amados. Tão banal, não?
Martha Medeiros.


Em um texto que postei aqui no blog, falei da minha necessidade de ser definida primeiro por você, lembra? Mais um dia 6. Agora acho que isso já aconteceu! Então quero te dizer que eu também [...] Não. Eu não vou escrever aqui, porque eu não quero que você simplesmente leia, mas sim que ouça.

Você me disse o que eu precisava ouvir. Então eu pensei: como é fácil libertar alguém de seus medos com apenas uma palavra. Você me libertou, me deu certeza e agora me têm mais inteira.



sexta-feira, 30 de julho de 2010

Hoje é meu aniversário. Iêee.


Não sou mais moleca. É, não sou, e a ficha ainda não caiu. Então, por que é que insisto em agir como uma? É por isso que não me levam a sério.
Quem disse que quero mesmo ser levada a sério?

São as dores e as delícias de se ficar mais velha. Ainda não temo as rugas, mas, temo crescer demais (quer dizer, deste meu 1,62m não saio mais!) e me esquecer que ainda sou uma menina no espírito. Isso não quer dizer que eu não queira a maturidade, pelo contrário! Mas é que eu adoro andar descalça, dançar sozinha no meio da sala, patinar de meias, bagunçar com as amigas, risada alta... (quem não gosta, que atire o primeiro mouse!)

É, vinte, quase-vinte e um. Toda hora em que penso em minha nova idade, ela já puxa a idade que ainda nem está perto de chegar. E sabe que você percebe que, quanto mais rápido o tempo passa, mais velho você está ficando. Quando eu era criança, no auge de meus dez anos de idade, achava um ano uma eternidade, queria crescer logo, e pensava: "caramba, já tenho dez anos. Mal posso esperar para fazer quinze."
E eu sei que ainda falta um ano, mas eu não quero fazer 21, também não quero morrer.
Por isso mesmo aderi a campanha da Hebe Camargo e, a partir de agora, todo ano estarei completando a mesma idade. Eu parei nos 20, ela nos 60!.
Gostaria mesmo de fugir de reflexões de idade e tempo, sei lá. Mas, quando se está no penultimo ano de idade teen, isso se torna meio inevitável. Enquanto as meninas da minha idade (ou mais novas) fazem o maior esforço para se vestirem de modo a parecerem mais velhas e sensuais, eu continuo usando vestidinhos de boneca,  tique-taques, trancinhas no cabelo, canetinhas coloridas, etc. Mas sou menina quando quero, e mulher quando convém.  

Vinte, quase-vinte e um. Como diz minha prima: "o motor agora é 2.0". E ainda pedem meu RG toda vez que vou viajar. E ainda me perguntam se tenho quinze anos. E ainda se surpreendem com essa cara de menininha. E não, não me levam a sério. Mas também, não faço muito esforço para me levarem. Basta que eu abra a boca, e já entrego o ouro. Não sou mais uma menininha. Ou sou e não sei. Ou não quero deixar de ser.

Vinte anos... já sou cobrada cobrada a respeito do que quero da vida. "O que você vai ser quando crescer?" É a pergunta da vez. rsrs (sei que já cresci!). E eu respondo: não quero ser porra nenhuma  Linguista, Dentista, striper, madame, chefona...rs e feliz. E gente boa também. E uma pessoa muito melhor do que eu sou hoje!

Então tá. Quem sabe alguém se habilita a fazer um bolo ou trazer uma vela para eu assoprar. Tô crescendo, gente, tô crescendo. Aliás, acho que eu cresci e nem percebi.

Deus, brigadão por mais um ano dos cem que eu quero viver, se o Senhor assim permitir... rsrs

terça-feira, 6 de julho de 2010

Apaixonada

Nesses últimos oito meses eu penso, sonho e desejo você. Paixão, ilusão, fase, época, diversão, ou amor? Ainda não sei ao certo, dentre essas categorias a válida  para te definir dentro de mim. Nem sei se devo definir, ou aguardar até que eu seja definida primeiro dentro de ti.
Eu gosto mesmo de você e é um gostar diferente de todos os outros que já senti. Me sinto boba, afinal, são anos de pôse, desabando na minha cara.
E sabe qual é o seu problema? Ser inesperado, incalculável e imprevisível. Acho que eu merecia um aviso, antes de você chegar, um manual pra te decifrar. Mas você simplesmente chega e BUM, explode as minhas convicções e eu nem ligo. Mas por que procuro motivos para não viciar em você? Se são os seus defeitos que me atraem? São minhas duvidas.
Às vezes penso que isso pode ser uma paixão, uma paixonite, um amor passageiro. Ou algo que ainda nasce dentro de mim, entretanto independente da alternativa escolhida, de uma coisa eu tenho certeza: Quero você!