
Fui agraciada pela genética materna com o biotipo "magra de ruim" - como o que quero, o quanto quero, e não engordo um grama. Às vezes, até emagreço. Verdade! Tá certo que não sou a tal da "seca-arreganhada" - faço o tipo "falsa magra", mais curvilínea, e adoro ser assim. E acho que é exatamente o que sou em relação à comida: uma falsa magra. Sempre tenho uns danoninhos e todinhos na geladeira, ovos, sordinhas e alguns miojos no armário, para garantir os dias de preguicite aguda. Não como muita carne vermelha - ultimamente, não tenho tido a menor vontade. Não vivo sem frutas. Em suma: minha alimentação é razoavelmente saudável, e não abuso tanto quanto poderia da minha falsa magreza. Mas minha tentação se chama CHOCOLATE. Batata frita. Sorvete. Junta isso aí com a TPM. Pronto! A falsa magra mostra que, no fundo, no fundo, é uma bela de uma draga. E tem também aqueles dias de ataques de comilança, em que tomo café pensando no almoço, como um saco de micão e três pedaços de bolo, e coisas do gênero. Mas sou realista e sei que, um dia, a genética pode falhar (se falhou até com a Giselle Bündchen, pode falhar comigo, mera mortal) e, se eu não ganhar gordura, posso ganhar muita celulite (pepeô! sai pra lá!). Portanto, fico na comidinha saudavel da mamãe a semana inteira, à espera do fim de semana, em que posso abusar. Assim, posso continuar com os jeans 36, a barriga sequinha e a gula satisfeita.
Ela é a Toda boa da Uepa!
ResponderExcluirArrasa! Ela balança mas não para!
Te adoro!
ass: Dennys.